segunda-feira, 5 de março de 2012

Rayman Origins: Versão para Vita perde ação cooperativa, mas ganha modo Ghost e ranking online

Em uma geração de games em que a maior parte dos títulos AAA envolve catástrofes, mortes e explosões, é revigorante perceber que a leveza de algo como Rayman ainda consegue seu espaço. O mais impressionante? Um espaço muito mais generoso do que aquele normalmente reservado para belos títulos de ação em plataforma com potencial econômico duvidoso — quer dizer, as redes de distribuição exclusivamente digital dos consoles.
Nada mais natural, na verdade. Afinal, jogar a experiência tão rica quanto extensa de Rayman Origins entre propostas “arcade” seria uma completa injustiça. Isso porque o renascimento do mascote da Ubisoft não representa apenas uma homenagem saudosista a tempos já idos... Trata-se de um resgate que consegue, simultaneamente, encerrar o que de melhor havia no período áureo dos jogos em plataforma, sem se descuidar das tendência e exigências que marcam a sétima geração de consoles.
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Mas convenhamos, a primeira impressão que se tem ao colocar Rayman Origins no console tem pouco a ver com análises dos movimentos da indústria de games. O que vem à mente é simplesmente um “caramba, isso é realmente bonito!”.
Origins poderia ser classificado como o mais completo e belo caos. A ação descomplicada do game vai levá-lo para o paraíso de cores primárias e ambientes orgânicos concebido pelo brilhante Michel Ancel. Tudo se move. Há vida em qualquer canto, sempre vibrando em um ritmo que parece unificar personagens e cenário para uma experiência sensorial única.
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Em relação à versão que agora dá as caras no PlayStation Vita... Trata-se, afora alguns pequenos detalhes, do mesmo ótimo jogo. De fato, a Ubisoft foi suficientemente sábia para não ceder à tentação de abusar das funcionalidades do novo portátil da Sony. Dessa forma, além de uma sutil utilização da tela sensível ao toque do Vita, o que há é a mesma experiência — com a exceção do modo cooperativo, embora exista uma compensação. Vamos aos detalhes.

Aprovado

De volta à época dourada da ação em plataforma
Sim, Rayman Origins traz belos gráficos, do tipo que jamais passaria vergonha se confrontado com outro título AAA. As opções também são vastas, e ninguém questionaria que o conjunto da obra é, certamente, um título da sétima geração. Entretanto, há algo aqui que deliberadamente viaja no tempo para resgatar o que de melhor havia nos jogos de ação de 10 ou mais anos atrás.
Rayman é simples, mas jamais entediante. Trata-se de mecânicas “direto ao ponto” que complementam perfeitamente a proposta geral. Ademais, há em Origins — mesmo que apenas parcialmente — aquela dificuldade característica, típica de uma época em que os desenvolvedores não precisavam pajear os jogadores entregando desafios semelhantes a passeios no parque.
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Em outras palavras, Rayman Origins vai matá-lo muitas vezes. Vai exigir que você desenvolva as habilidades antes de passar determinada fase — sobretudo em mundo mais avançados. E, bem, caso você consiga resgatar um pouco daquela paciência e determinação que forjavam os jogadores de outrora, é fácil prever que a experiência trará também aquele gostinho (hoje bastante raro) de dever cumprido.
Beleza... Mesmo nos mínimos detalhes
Rayman Origins teve simplesmente uma das melhores direções artísticas da atual geração de games. Ao criar o caos profuso de cores e movimentos do game, Michel Ancel não apenas se ocupou de lançar mais e mais elementos, mais e mais matizes. Cada um dos mundo aqui — seja um deserto ou uma floresta densa — parecem respeitar um cerne, um ponto central de onde toda a experiência visual de Origins surgiu.
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Não há pontas soltas, assim como não há elementos desnecessários ou descartáveis. Trata-se de um universo construído como um grande organismo, com temáticas bem elaboradas (e também bem humoradas) que se complementam e apenas enriquecem a paisagem geral.
Um caleidoscópio interativo
Praticamente qualquer elementos em Origins é interativo. Há movimento por toda parte, e nenhuma parte dele parece existir sem algum propósito. Você saltará sobre gêiseres espumantes, e também terá que pressionar botões de flautas gigantescas para liberar uma estrutura de cenário, para, logo em seguida, sair deslizando por corredeiras em velocidade nauseante. Uma dica? Pare em alguns momentos, apenas para apreciar a paisagem. Realmente vale a pena.
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Modo Ghost
É verdade que um modo “corrida contra o tempo” pode não ser tão divertido quando uma autêntica diversão cooperativa. Mas isso não tira o brilho do modo Ghost de Rayman Origins. O funcionamento é exatamente como você imagina: corra para estabelecer uma boa meta em determinado cenário... E em seguida faça de tudo para superar a si mesmo. Além disso, a versão para Vita ainda incluí a possibilidade de compartilhar os seus recordes com alguns bons amigos.
É só seguir o ritmo
Não há como negar: o ambiente orgânico de Rayman Origins é fortemente influenciado pelas belíssimas músicas que embalam cada um dos cenários. São instrumentos de sobro, percussões e cordas perfeitamente engendradas para compor uma atmosfera que não se esquece tão rápido.
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Deslize para ver o mapa
No PS Vita é possível navegar pelos belos e caóticos mapas de Rayman Origins utilizando as pontas dos seus dedos — embora, é claro, o direcional também seja uma possibilidade. Ok, talvez não se trate exatamente de um grande diferencial... Mas mesmo assim é bastante prático.
A beleza dos cenários vista mais de perto
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Talvez os detalhes mais singelos da “Clareira dos Sonhos” possam se perder em uma tela relativamente maior. Sem problemas: ao movimentar os dedos em forma de pinça sobre a tela sensível ao toque do Vita, você terá acesso a um prático zoom. Há um pequeno revés, entretanto: jogar sem ter uma visão da totalidade da tela do portátil pode ser um tanto desajeitado (ou mesmo perigoso).

Reprovado

Sem multiplayer online
Em um jogo que prima pela ação coletiva, é realmente difícil entender por que não há um modo multijogador online. Não que dividir a sua sala de estar com alguns bons amigos não represente um apelo extra (sobretudo considerando-se o humor característico do game), mas não seria nada mal poder compartilhar a experiência com outros jogadores através da rede.
Junte itens colecionáveis... Ou se arrependa depois
A segunda metade de Origins passa a exigir demais do jogador, e não necessariamente de uma forma divertida. Prepare-se para retornar várias vezes aos primeiros mundos para buscar objetos colecionáveis já que, de outra forma, não haverá como desbloquear as últimas fases.
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Sem modo cooperativo no Vita
Inegavelmente, uma das maiores diversões das versões originais de Rayman Origins encontrava-se na possibilidade de compartilhar as insanidades lisérgicas da “Clareira dos Sonhos” com alguns bons amigos — embora, desde o início, sem a possibilidade de alçar voos online. Bem, isso não é mais possível na versão do PlayStation Vita, que traz apenas o modo Ghost como um pequeno consolo.

Vale a pena?

Rayman Origins representa uma combinação única de saudosismos, humor, diversão e beleza. Há um ambiente orgânico, em que tudo apresenta movimento; em que tudo parece ligado a um centro comum. Há também uma das mais belas direções de arte que já se viu nos video games, com atenção mesmo aos mínimos detalhes, transformando o resultado em uma bela obra de arte interativa.
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Quem optar pela versão para o Vita, entretanto, ganhará mobilidade para a mesma experiência hilariante dos consoles maiores... Embora o preço seja considerável: a perda do modo cooperativo. Há uma compensação, é claro. Trata-se da possibilidade exclusiva de correr contra o seu próprio recorde no modo Ghost do game e também de compartilhar os seus recordes com os seus amigos.
Mas Rayman Origins é também o resgate de um período bastante único dos vídeo games. Um tempo em que jogos de plataforma não eram relegados a fatias menores do mercado — quando, de fato, surgiram alguns dos maiores heróis de ação que se conhece hoje. Origins resgata aquelefeeling que era composto por uma dose de ação descomprometida para duas de dificuldade nauseante. Enfim, prepare-se para uma bela, divertida e engraçada viagem no tempo.
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Microsoft diz: “2012 será o ano mais forte da história do Xbox!”

Fonte: DeviantArt
A sétima geração de consoles está para completar seu sétimo ano e ainda há fôlego para mais muito mais tempo. Pelo menos é o que pensa diretor de marketing da Microsoft, Steve Beinner, que também afirmou que 2012 será ainda maior que 2011 para a Microsoft e deve se tornar o maior ano da história do Xbox.
De acordo com o site SlashGear, a Microsoft descartou de uma vez por todas a ideia de que o Xbox 360 possa estar atingindo seu ponto máximo de saturação. Ao contrário: com a integração dos consoles com a internet, a possibilidade de maior atualização de softwares torna essa geração de plataformas a mais atual do que qualquer outro video game já foi com seis anos e meio de existência.

Mesmo assim, a Microsoft sabe que os hardwares chegam a um limite máximo de atualizações. As peças físicas dos aparelhos logo precisarão de atualizações para poder disponibilizar novas propriedades como entradas para conexões mais velozes ou outras capacidades funcionais que ainda estão por vir.
E para a alegria dos fãs mais ansiosos, o SlashGear deu mais uma indicação de que o novo “Xbox 720 ou Projeto Durango” será mesmo revelado na Electronic Entertainment Expo deste ano. Enquanto a E3 não chega, continuem ligados no BJ para saber todas as novidades do mundo dos games.
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Assassin's Creed 3:Novo protagonista, milhares de homens na tela e uma enxurrada de informações

Assassin's Creed 3, ao contrário dos títulos anuais anteriores, terá proporções épicas. Não se trata de mais do mesmo, garante a Ubisoft. E nós, fãs da franquia, ficamos animados com esta proposta, pois ela já começava a saturar pela repetitividade.
A revista Game Informer obteve os primeiros detalhes do game — uma avalanche de informações — e você confere todas elas a seguir. Portanto, prepare um bom café para desfrutá-las, pois o novo título está muito mais parecido com Red Dead Remption do que você poderia imaginar. 
Só para começar, haverá batalhas com milhares de pessoas na tela. Já está arrepiado?
O herói mestiço
A história da Revolução Americana, que acabou na indepedência dos Estados Unidos da América perante os colonizadores ingleses, está totalmente errada como conhecemos. Vários segredos permanecem ocultos, mas agora eles serão revelados...
O filho mestiço de um pai inglês e uma mãe americana será o protagonista e contará como a linhagem de Ezio chegou à América do Norte, fazendo a conexão que faltava para explicar porque Desmond (o personagem dos tempos contemporâneos)  está em Nova Iorque.
Em Assassin's Creed 3, Connor/Ratohnhake (pronuncia-se Ra-dum-ha-gay-du) é o novo personagem jogável, e você iniciará a jornada desde a sua infância na fronteira americana, enquanto ele cresce em uma tribo de nativos do continente.  De acordo com a revista, Connor dedica sua vida contra a tirania e os templários, revoltando-se quando colonialistas atacam e queima a vila do seu povo.
A história se passará nos arredores de Nova Iorque e Boston, entre os anos 1753 e 1783, enquanto Desmond prosseguirá sua caçadas atrás dos Piece of Eden no presente, após os acontecimentos de Revelations. Desta vez, a narrativa será centrada entre os assassinos versus templários, assim como a jornada de Connor.
Para tanto, a Ubisoft está tentando ser bem precisa em relação aos fatos reais, consultando textos históricos fidedignos e até utilizando atores nativo-americanos na captura corporal. Além disso, a empresa afirma que nem todos colonialistas ingleses serão opressores ou malvados, já que um dos principais objetivos da narrativa é mostrar os pontos de vista de ambos os lados: assassinos e templários.
Isso quer dizer que há uma linha cinza de moralidade, mostrando que os templários realmente acreditam estar salvando o mundo com suas atitudes. Ícones históricos como George Washington, Benjamin Franklin e Charles Lee também estão confirmadíssimos.
George Washington será um dos principais relacionamentos de Connor. Por sua vez, Benjamin Franklin não será um inventor tão conveniente como Da Vinci. Já a participação de Charles Lee na trama ainda permanece um mistério.
Maior e com variações climáticas
As cidades e percursos de Assassin's Creed 3 ganharão muito mais detalhes sutis em termos de ambientação de época do que qualquer jogo da franquia já trouxe. Vários tipos de terreno estarão presentes, sendo o principal um deserto denominado como "A Fronteira".
O mapa de "A Fronteira" é 1,5 vezes maior que todo o mapa de Brotherhood, garantem os desenvolvedores. E ele não é "vazio" como os desertos de Assassin's Creed 1, pois um terço de todas as missões e conteúdo jogável passarão neste ambiente.
Mais interessante ainda, o mundo de AC3 vai mudar de acordo com o passar do tempo. Isso quer dizer que no inverno os soldados vão se mover mais devagar e até mesmo tropeçar na neve. Rios e lagos congelados estarão a favor do personagem como vantagem extra, já que ele pode subir em árvores e atacar com mais eficiência. Na medida em que os anos passam, um campo onde uma batalha importante aconteceu poderá estar completamente diferente depois. 
"Não vamos ter a presença apenas de edifícios históricos agora, vão existir também eventos históricos", diz a produtora. Sendo assim, "Você vivenciará o Grande Incêndio de Nova Iorque. Visitará o Valley Forge como um local ocupado pelas forças de Washington. Viajará por estes lugares no momento em que de fato eles foram importantes e, espera-se, entender porque nós sabemos onde estão hoje. Esse é o objetivo^.
Para garantir toda essa imersão sem que os jogadores fiquem penando por caminhos longos, os desenvolvedores garantem que as viagens serão bem rápidas.
Aventura cinematográfica
Um roteiro de importância colossal necessita novidades de peso do lado técnico. E desta vez não será diferente. Uma nova engine, provavelmente Anvil 2.0 ou algo parecido, foi desenvolvida com o propósito de capacitar milhares de homens no campo de batalha, ao contrário das centenas que apareciam nos jogos anteriores.
Um novo sistema de animação, totalmente remodelado em relação aos títulos anteriores, já está pronto. Com isso, as animações faciais devem ganhar muito mais detalhes. Os editores da Game Informer disseram estar impressionados com elas.  As screenshots do jogo liberadas até o momento não deixam eles mentir.
Connor possui milhares de animações originais para as cenas de combate ficarem menos repetidas. Segundo a desenvolvedora, existem por volta de 2,5 horas de cenas para o personagem que foram completamente gravadas baseadas em atores. Definitivamente uma abordagem mais próxima de Uncharted, da Naughty Dog, cujo resultado final são cenas muito semelhantes aos dos melhores filmes hollywoodianos.
Vale ressaltar ainda o novo sistema de câmera, que agora está mais dinâmico e automatizando, rastreando a ação para que os jogadores sintam-se como espectadores.
Atacar é a melhor defesa
Tudo muito legal até agora, não é verdade? Entretanto queremos mais informações sobre o combate, já que este é um fator primordial na série. Felizmente, muitas coisas boas vão mudar por aqui.
Além de milhares de animações, o jogo suporta milhares de inimigos na tela. O combate agora foca o ataque e é baseado na velocidade, o que acarreta em escolher o momento certo para efetuar suas ações.
Connor é o coração de grande parte das batalhas e sempre entrará em combate com duas armas: um tomahawk e uma faca. Para o fim do temor dos fãs, a hidden blade (espada escondida nos punhos) ainda estará presente no traje do assassino. O jogo utiliza os mesmos controles dentro e fora das lutas. O botão para defesa e contra-ataque é o mesmo para evitar estratégias muito defensivas.
Falando nisso, as armas agora permitem que você acerte mais alvos durante o combate, realizando quedas de muitos inimigos simultaneamente para aumentar ainda mais a chacina. Utilizar reféns como escudo e outros movimentos sensíveis ao contexto das brigas é garantia certa.
Vários ataques secundários — como tiros de pistola por meio do botão Y — vão rechear seu inventário de possibilidades para detonar os adversários. Os desenvolvedores querem que o jogador se mova constantemente no modo de batalha e tenha mais controle sobre a situação. Assim, o sistema de travamento de mira também mudou: agora ele detecta alvos automaticamente.
Diferente de tudo que você já viu em Assassin's Creed
Não é apenas o combate que vai receber inovações, novos elementos de jogabilidade podem marcar AC3 como um dos melhores jogos desta geração. Para começar, a Ubisoft entendeu que o estilo Tower Defense (em que você tinha que defender seus esconderijos) de Revelations foi um fracasso e retirou ele por completo.
Copiando um pouco a fórmula de Red Dead Redemption, você agora poderá caçar animais para obter novos recursos. O melhor de tudo é que a forma como desferir golpes neles afetará as recompensas. Logo, matar um urso com um único golpe será muito mais valioso que esfaqueá-lo muitas vezes.
Além da missão principal, durante a jornada de Connor, vários tipos de clubes e grupos podem querer se juntar a ele ou convidá-lo para ser um integrante, dando-lhe missões secundárias. É o caso da sociedade de caça, que convidará o jogador que matar muitos bichanos. Também haverá uma economia de itens e um novo sistema de propriedades.
No entanto, a característica de jogabilidade mais promissora é a adição de mais níveis transversais de plataforma. Pular e escalar árvores ou penhascos de montanhas para realizar acrobacias de combate vão trazer muito mais versatilidade ao protagonista. Será possível pular sobre vagões ou deslizar em obstáculos, incluindo andar sobre e ao redor de objetos em movimento.
Os movimentos de corrida livre serão mais fluidas e próximas do chão, exigindo que você pule através de janelas para árvores e, em seguida, em cima de telhados de uma igreja. Tudo mais rápido para você matar pessoas enquanto se move para perseguir um alvo, sem muitas animações intermediárias para interromper a jogatina.
Parece muito? Pois saiba que o traje do assassino sofrerá atualizações ao longo da história, dando uma sensação mais autêntica à roupa de Connor. Um novo sistema de notoriedade foi incorporado para não penalizar o jogador que gosta de explorar áreas de risco e estão previstos vários quebra-cabeças parecidos com Tetris (mas em primeira pessoa). Enfim, uma evolução dos puzzles de Desmond em Revelations.
Um novo banco de dados denominado Animus 3.0 também estará presente. O sistema de sincronização completa retornou com algumas melhorias: as missões possuem checkpoints e vão premiar aqueles que concluírem as tarefas 100%. "Imagine um sistema de nível em um RPG, exceto que há uma quantidade finita de XP para ser conquistado.", dizem os desenvolvedores.
O jogador poderá fazer um replay de toda missão para aumentar seu escore, aumentando a longevidade do game, como em Brotherhood.
Hype
Assassin's Creed 3 é o título da série com ciclo de desenvolvimento mais longo desde o primeiro jogo, além de usar o dobro de capacidade produtiva em termos de horas trabalhadas. Conta ainda com um orçamento superior ao do último Assassin's Creed Revelation.
O intuito da Ubisoft é que você tenha a sensação de jogar um Assassin's Creed 3.5, ou seja, acima de qualquer expectativa. O game terá sua versão completa finalizada dentro das próximas semanas, o que significa que os programadores e designers trabalharão agora em refinamentos até a data de lançamento, marcada para 30 de outubro de 2012.
Assassin's Creed 3 está confirmado até o momento para PC, Xbox 360 e PS3.
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sábado, 3 de março de 2012

Steam Box: Valve pode apresentar novo "console" na GDC 2012

Plataforma seria uma concorrente de peso para os principais video games da atualidade.







Alguns rumores começaram a circular nas últimas horas, graças a uma declaração que a Valve deu ao site Penny Arcade: "Se nós tivermos que vender hardware, certamente o faremos". Agora, novas informações de pessoas ligadas à empresa responsável pelo Steam dão dicas de que uma nova plataforma pode estar sendo desenvolvido para concorrer com Xbox 360 e PlayStation 3.




Segundo informações do site The Verge, até mesmo o hardware do protótipo do Steam Box já estaria quase definido para ser apresentado na GDC 2012. O console seria equipado com processador Intel Core i7, 8 GB de memória RAM DDR3 e chips de processamento gráfico da NVIDIA, sendo todos equipamentos high-end para os usuários mais exigentes.









Um dos maiores pontos positivos é a desenvolvedora do projeto. A Valve possui conhecimentos muito profundos em hardware de computadores, por isso sabe exatamente quais são os melhores equipamentos para os jogos mais pesados. Isso garantiria o sucesso na adequação do sistema. Mesmo que o projeto venha a ser uma plataforma aberta (em que várias desenvolvedoras podem trabalhar, assim como o Android), especula-se que a Valve vá ter controle sobre o hardware utilizado.




Outra vantagem é relacionada à distribuição dos games. Como o Steam é baseado em distribuição digital, todos os games poderiam ser entregues na data de lançamento, sem precisar esperar por importações e distribuição nas lojas. Isso sem falar nas centenas de títulos que já existem para a plataforma. Para os gamers de PC que estão pensando em questões de hardware, o Steam Box deve funcionar da mesma maneira que um computador, que pode ter os componentes atualizados (upgrades).




Em 2011, a Valve registrou uma patente de um novo controlador de games. Caso o Steam Box seja realmente confirmado, é muito provável que este seja o controle. Há ainda relatos de que o sistema vai trazer mecanismos biométricos para várias funções (o que pode incluir sistemas de feedback tátil). Outra novidade esperada é relacionada ao conteúdo de vídeo. O Steam Box deve ser também uma central de mídia, concorrendo diretamente com dispositivos especializados, como a Apple TV.









No começo da semana que vem, de 5 a 9 de março, a Valve estará na Game Developers Conference que acontece em São Francisco (Califórnia). Teremos de esperar até lá para uma possível confirmação (ou uma decepcionante negação) do Steam Box.




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quinta-feira, 1 de março de 2012

Nintendo DS: é hora de dizer adeus?

By Alexandre

O Nintendo DS é um dos maiores sucessos da história da Nintendo. Ele começou a ser vendido no dia 21 de novembro de 2004, e reinou absoluto durante 6 anos e alguns meses no mundo dos portáteis. O PSP, lançado em março de 2005, foi seu único concorrente, mas nem chegou perto de ameaçar a liderança da plataforma.

De acordo com o site VGChartz, foram pouco mais de 73 milhões de consoles do PSP vendidos no mundo todo, contra 151 milhões de Nintendo DS (incluindo todas as versões). O número de vendas do portátil da Big N é mais surpreendente quando comparado com qualquer video game que já foi lançado: ele é o segundo mais vendido de todos os tempos. E isso que o DS perde do primeiro colocado (PS2) por apenas dois milhões, considerando que o console da Sony está no mercado há mais de 10 anos.

Mas como nada dura para sempre (principalmente em se tratando de tecnologia), uma hora um sucessor iria tomar seu lugar. E esse posto já está ocupado pelo Nintendo 3DS, lançado em março de 2011 com a difícil missão de substituir o portátil mais bem sucedido da história. Com um desempenho fraco, o 3DS patinou nas vendas até ter seu preço cortado em julho do mesmo ano.

Mas somente no final do ano que as vendas explodiram, com o lançamento de diversos games novos, como os esperados Mario 3D Land e Mario Kart 7. Fato é que agora o novo portátil já está bem encaminhado. Isso quer dizer que já podemos abandonar o DS e sua marcante história de sucesso?

Um video game inovador



Hoje o DS nem parece tão moderno assim, mas, na época em que foi lançado, o pequeno portátil revolucionou. O video game foi apresentado com um design fechado, uma tampa que abra e fecha e a presença de duas telas, sendo que a inferior é sensível ao toque. Só para efeito de comparação tecnológica: em 2004, um celular top de linha era o RAZR V3, da Motorola. Smartphones? Ainda engatinhavam.

O aparelho tem microfone embutido, suporte a conexão Wi-Fi – permitindo disputas multiplayer pela internet com jogadores de todo o mundo – e Wireless local, que permitiu a interação entre jogadores dentro de uma pequena área (de 9 a 30 metros).

O modelo recebeu novas versões ao longo dos anos. A primeira foi o DS Lite, mais leve e moderno e com bateria de maior durabilidade que o DS original. Em seguida, foi lançado o DSi, com loja virtual, duas câmeras, telas maiores, um processador duas vezes mais potente e quatro vezes mais memoria. Além disso, saiu o slot de jogos do Game Boy Advanced e entrou um para cartões SD. Por fim, o DSiXL foi apresentado, uma versão consideravelmente maior que a dos modelos anteriores.

Excelente biblioteca de jogos



O DS conta com uma ótima lista de games: São mais de 1,2 mil títulos (de acordo com o site oficial da Nintendo). Dentre eles, alguns grandes sucessos:
New Super Mario Bros.

O game lançado para Wii e DS revive as aventuras do Super Mario Bros. original, desenvolvido para o NES. Com fases encantadoras criadas por Shigeru Miyamoto, a mente criativa da Nintendo, o game leva você novamente para o reino dos cogumelos em grande estilo. O jogo é ótimo nos controles, conta com sons envolventes e gráficos simpáticos. Nostálgico e impressionante.
Mario Kart DS

A franquia Mario Kart é um dos trunfos da Nintendo para seus consoles, juntamente com os games os demais games do Mario, desde o NES. Depois de tantas firulas lançadas por Mario Kart 64 e Mario Kart Double Dash, o Mario Kart do DS resgata as raízes do Super Nintendo, focando apenas na diversão de sacanear seus oponentes e correr.


Castlevania: Dawn of Sorrow

O game traz um sistema de absorção de almas, e armas e armaduras que faziam valer cada centavo gasto no jogo. E não é só isso: gráficos melhores, ambientação mais funesta, som de boa qualidade, controle bem feito.
Nintendogs

Poucas franquias fizeram tanto dinheiro em tão pouco tempo como Nintendogs. O simulador de cãezinhos foi um dos trunfos da Big N e só foi possível pelo hardware diferente do DS. A capacidade de o cãozinho aprender seu próprio nome e diversos truques, além de pedir por carinho e atenção, eram tão inovadoras quanto o próprio DS.
Metroid Prime: Hunters

A qualidade do jogo é de cair o queixo. Um game primoroso, com gráficos excelentes, som de qualidade e controle fantástico – quase uma obra de arte em forma de game. Um excelente motivo para comprar um DS. Além disso, Metroid Prime: Hunters trazia algo que a série não tinha há tempos: renovação.

Vale a pena comprar um DS?



A Nintendo continua a divulgar o DS em seu site, o que demonstra o interesse da empresa em manter seu portátil mais antigo na ativa. Mas será que ainda existe espaço para o modelo viver lado a lado com o 3DS, assim como o PS2 (ainda) coexiste com o PS3?

Preço mais em conta

Você pode comprar o seu DS por 499 reais aqui no Brasil, R$200 a menos que o 3DS. Nos EUA, ele sai por 99 dólares (a versão DS) contra 170 dólares do 3DS. Levando em consideração que o 3DS também roda games do DS, talvez seja mais vantajoso migrar diretamente para o novo portátil.

Mas, alguns jogadores estão relatando que a compatibilidade de certos games do DS no 3DS não é muito boa. Segundo eles, os gráficos ficam um pouco prejudicados, com imagens mais “apagadas”.

Novos títulos sendo lançados

Um ponto fraco na hora de comprar um modelo mais antigo de video game é a falta de lançamentos. Apesar de você poder contar com os mais de mil jogos do DS, sempre vai ficar com uma dor de cotovelo ao ver os lançamentos do 3DS.



Mas ainda existem games sendo lançados para o antigo portátil. Durante o programa Pokémon Smash de um canal do Japão, Junichi Masuda da desenvolvedora Game Freak confirmou o lançamento de Pokémon Black 2 e Pokémon White 2 para o DS no mês de junho. E mais games podem estar por vir.

E você? Vai de DS ou 3DS?
Fontes: Baixaki Jogos www.bj.com.br